segunda-feira, 8 de julho de 2013

"Tempo de Caçar um Tesouro"





Chegou o dia em que vamos à procura de um Tesouro. Pode ser grande, médio ou pequeno. Pode estar perto ou longe. O importante, é que seja desejado, apreciado e mimado.

O seu Tesouro, pode ser o que quiser. Uma "pérola" , um objecto, uma pessoa, uma casa, um sítio especial.

Quem é que não gosta da palavra "Tesouro"? Não são só os piratas e as crianças que se sentem atraídos por ela, qualquer um de nós também o sente. Se olhar à sua volta, concerteza que encontra algo que o chama a atenção. Uma flôr, uma "pequena" imagem, o sorriso de alguém, uma palavra amiga.

Com a chegada do Verão, a predisposição para descobrir novas "aventuras" surgem em muitos momentos. Apetece-nos rir, brincar, saír, estar com pessoas de quem gostamos. Sabe bem sentir a brisa do mar, cheirar, saborear e viver o Tempo Quente e Divertido. Mergulhar na água salgada, furar as ondas, fazer castelos na areia...Conversar, jogar, ler, sentir o sol...

Tudo isto, são pequenos "tesouros"que esta estação do ano nos oferece e, que devemos aproveitar. Nas alturas mais frias ou "menos alegres", há outros prazeres, diferentes, mais curtos talvez, mas também capazes de nos "aconchegar". Aproveite cada um desses momentos, na altura certa, com quem e onde estiver. Cada um, a seu Tempo.

 
E, se tiver crianças por perto faça uma verdadeira caça ao Tesouro e, divirtam-se todos!  



Não é preciso muito, com um pouco de imaginação tudo se resolve. Uma caixa com algo lá dentro (que cause surpresa e alegria), descobrir um sítio bom para o esconderijo e já está! Talvez também possa fazer um mapa do Tesouro, elas adoram. O importante, é ser um momento bom, com amigos ou em familia.


 


Curiosidades sobre este Tema:

http://www.dicionarioinformal.com.br/tesouro

 Grande quantidade de dinheiro, ouro, pedras preciosas ou objetos de grande valor. Riqueza.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Um pirata (do grego πειρατής, derivado de πειράω "tentar, assaltar", pelo latim e italiano pirata) é um marginal que, de forma autônoma ou organizado em grupos, cruza os mares só com o fito de promover saques e pilhagem a navios e a cidades para obter riquezas e poder. O estereótipo mais conhecido do pirata se refere aos Piratas do Caribe e cuja época áurea ocorreu principalmente entre os séculos XVI e XVIII.



História da pirataria




 O primeiro a usar o termo pirata para descrever aqueles que pilhavam os navios e cidades costeiras foi Homero, na Grécia antiga, na sua Odisseia. Os piratas são aqueles que pilham no mar por conta própria, embora hoje em dia este termo já seja aplicado a qualquer pessoa que viola alguma coisa (como por exemplo os piratas do ar ou os piratas informáticos).



Eles navegavam nas rotas comerciais com o objetivo de apoderarem-se das riquezas alheias, que pertencessem a mercadores, navios do estado ou povoações e mesmo cidades costeiras, capturando tudo o que tivesse valor (desde metais e pedras preciosas a bens) e fazendo reféns, para extorquir resgates. Normalmente esses reféns eram as pessoas mais importantes e ricas para que, assim, o valor do pedido de resgate pudesse ser mais elevado.


Primeiramente a pirataria marítima foi praticada por gregos que roubavam mercadores fenícios e assírios desde pelo menos 735 a.C. A pirataria continuou a causar problemas, atingindo proporções alarmantes no século I d.C., quando uma frota de mil navios pirata atacou e destruiu uma frota romana e pilhou aldeias no sul da Turquia.



São considerados uns dos precursores dos conhecimentos de navegação marítima.


As tripulações de piratas eram formadas por todos os tipos de pessoas, mas a maioria deles era de homens do mar que desejavam obter riquezas e liberdades reais. Muitos eram escravos fugitivos ou servos sem rumo. As tripulações eram normalmente muito democráticas. O capitão era eleito por ela e podia ser removido a qualquer momento.